Sociologia I – Prof. Arlindenor Pedro

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Natureza dos Problemas Sociais 

Consciência Coletiva   


 A resposta não é assim tão simples. Os seres humanos são eminente seres sociais. A identidade de cada pessoa se molda a partir da sociedade na qual ela se insere. A sociedade se forma e se organiza a partir das pessoas que nela habitam.

  Mogli: O menino lobo, personagem da história infantil escrita pelo poeta inglês Rudyard Kipling. Afastada do convívio social, uma criança que nasce e cresce na floresta junto aos animais, sem contato com outras pessoas, se comporta mais como os lobos, por exemplo, do que como os seres humanos. 

É a sociedade humana, afinal que permite que um indivíduo desenvolva e forme sua identidade, tornando-se apto a conviver socialmente com as outras pessoas. 

Por outro lado, a sociedade apenas existe por causa dos indivíduos que dão forma a ela, organizando-a e presevando-a. A sociedade é feita então pelos homens .Em tese, nós temos o potencial de escolhemos o nosso tipo de sociedade . 

Porém, nem sempre este poder é exercido pois existem fatores além de nós que nos levam a um caminho de auto-destruição. Um dos exemplos ê o fenômeno do Aquecimento Global 

Através da técnica do FISHBOWL vamos analisar o Fenômeno do Aquecimento Global e suas consequências para a vida na Terra .  

Vamos então organizar  um Mapa Mental sobre isto ?

 
 
 

 

A Sociologia como ciência inicia-se através dos estudos de Émile Durkheim , Max Weber e Karl Marx

Vamos analisar este video construindo um nuvem de palavras sobre o que ele transmitiu 

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Façamos agora uma revisão através de um Quiz – Introdução à Sociologia 

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A juventude de Karl Marx 

O conceito de alienaçào de Karl Marx 

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Façamos agora uma revisão através de um Quiz – Alienação em Marx 

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Características Gerais do Pensamento Funcionalista  de Durkheim

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Façamos agora uma revisão através de um Quiz – A sociologia de Durkheim 

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Os três  tipos de dominação segundo Weber 

 

 

 

 

 

            DOMINAÇÃO CARISMÁTICA

 


É aquela devida ao apreço puramente dito, à admiração pessoal ao dominador e a seu carisma, ou seja, suas qualidades, seus poderes. Os tipos mais puros são com o dominador na posição de profeta, herói guerreiro ou demagogo.

Um dos exemplos da administração puramente regida pela vontade do Líder se deu no período da ascenção dos regimes totalitários, antes de se oficializarem a obediência dos apóstolos se devia apenas ao carisma do líder, foi o que aconteceu na Itália fascista por exemplo. 

DOMINAÇÃO TRADICIONAL 

Esse  tipo de dominação se faz através  do poder da tradição, da ordem social em sua mais pura forma, das instituições que perduram no tempo, sendo a sua forma mais pura o patriarcalismo, nessa dominação quem manda é o Senhor, e quem obedece é o súdito. 

DOMINAÇÃO LEGAL-RACIONAL

 

J
 
É o mais moderno tipo de dominação, a legal ou legal-racional, está sendo a forma mais sofisticada, para qual as outras convergem; 

ela tem sua legitimidade fundada em um estatuto; a forma mais pura é a burocracia; o grupo dominante constitui uma empresa, e é dividido em outras empresas, cada uma com sua competência, limites e funções próprias;

 é então um sistema, uma unidade de fim, heterônoma e heterotocéfala.

Então a pessoa que está no poder não é mero instrumento do próprio sistema, a regra estatuída dá as diretrizes de como se deve governar, não se obedece a pessoa, e sim o cargo estatuído.

 Características Gerais do Pensamento de Max Weber 

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 Façamos agora uma revisào através de um Quiz – A sociologia de Max Weber 

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O conceito de Contrôle Social de Neon Chomsky


 
Dinamica da Fofoca 

Debate sobre o filme Engenharia Reversa 

 

 

 

Apresentação de Trabalho em Equipe e Prova Bimestral 

 
 Provas Bimestral l
 
 
 
 
 
 


 
 
 
 
 

 

A publicidade do Banco do Brasil que foi proibida

No ar desde o início de abril, uma propaganda do Banco do Brasil dirigida ao público jovem com atores que representavam a diversidade racial e sexual foi suspensa no último dia 14 depois que o presidente  Jair Bolsonaro  assistiu ao filme. Participaram atores jovens, negros, tatuados e uma transexual

 

 

Qual a sua opinião sobre isto ?

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Cultuando as Diferenças

Na música o autor desenvolve a opinião de que o multiculturalismo ( a integração entre as diversas raças, o convívio com as diferenças culturais, a assimilação de diversas culturas ) seria uma vantagem para o país onde ela existir .

Qual a sua opiniào sobre isto?

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  A eugenia, também chamada de eugenismo, consiste em uma série de crenças e práticas cujo objetivo é o de melhorar a qualidade genética da população.

Uma das justificativas para a existência da eugenia é a de que as raças humanas consideradas superiores prevalecem no ambiente de maneira mais adequada.

Por este motivo, muitas pessoas consideradas não dignas de transmitir suas respectivas hereditariedades a seus descendentes foram submetidas à esterilização contra vontade.

 A Eugenia no Brasil
 

 
Eugenia e Nazismo 

 
 
 
 Raça e Etnia 


Texto para análise 
 

Ralph Linton, antropólogoª

O cidadão norte-americano


“O cidadão norte-americano desperta num leito construído segundo padrão originário do Oriente Próximo, mas modificado na Europa Setentrional, antes de ser transmitido à América. Sai debaixo de cobertas feitas de algodão, cuja planta se tornou doméstica na Índia; ou de linho ou de lã de carneiro, um e outro domesticados no Oriente Próximo; ou de seda, cujo emprego foi descoberto na China. 

Todos esses materiais foram fiados e tecidos por processos inventados no Oriente Próximo. Ao levantar da cama faz uso dos “mocassins” que foram inventados pelos índios das florestas do Leste dos Estados Unidos e entra no quarto de banho cujos aparelhos são uma mistura de invenções européias e norte-americanas, umas e outras recentes. 

Tira o pijama, que é vestiário inventado na Índia e lava-se com sabão que foi inventado pelos antigos gauleses, faz a barba que é um rito masoquístico que parece provir dos sumerianos ou do antigo Egito.

Voltando ao quarto, o cidadão toma as roupas que estão sobre uma cadeira do tipo europeu meridional e veste-se. As peças de seu vestuário tem a forma das vestes de pele originais dos nômades das estepes asiáticas; seus sapatos são feitos de peles curtidas por um processo inventado no antigo Egito e cortadas segundo um padrão proveniente das civilizações clássicas do Mediterrâneo; a tira de pano de cores vivas que amarra ao pescoço é sobrevivência dos xales usados aos ombros pelos croatas do séc. XVII. 

Antes de ir tomar o seu breakfast, ele olha ele olha a rua através da vidraça feita de vidro inventado no Egito; e, se estiver chovendo, calça galochas de borracha descoberta pelos índios da América Central e toma um guarda-chuva inventado no sudoeste da Ásia. Seu chapéu é feito de feltro, material inventado nas estepes asiáticas.

De caminho para o breakfast, pára para comprar um jornal, pagando-o com moedas, invenção da Líbia antiga. No restaurante, toda uma série de elementos tomados de empréstimo o espera. O prato é feito de uma espécie de cerâmica inventada na China. A faca é de aço, liga feita pela primeira vez na Índia do Sul; o garfo é inventado na Itália medieval; a colher vem de um original romano. 

Começa o seu breakfast, com uma laranja vinda do Mediterrâneo Oriental, melão da Pérsia, ou talvez uma fatia de melancia africana. Toma café, planta abssínia, com nata e açúcar. A domesticação do gado bovino e a ideia de aproveitar o seu leite são originárias do Oriente Próximo, ao passo que o açúcar foi feito pela primeira vez na Índia. Depois das frutas e do café vêm waffles, os quais são bolinhos fabricados segundo uma técnica escandinava, empregando como matéria prima o trigo, que se tornou planta doméstica na Ásia Menor. 

Rega-se com xarope de maple inventado pelos índios das florestas do leste dos Estados Unidos. Como prato adicional talvez coma o ovo de alguma espécie de ave domesticada na Indochina ou delgadas fatias de carne de um animal domesticado na Ásia Oriental, salgada e defumada por um processo desenvolvido no norte da Europa.

Acabando de comer, nosso amigo se recosta para fumar, hábito implantado pelos índios americanos e que consome uma planta originária do Brasil; fuma cachimbo, que procede dos índios da Virgínia, ou cigarro, proveniente do México. 

Se for fumante valente, pode ser que fume mesmo um charuto, transmitido à América do Norte pelas Antilhas, por intermédio da Espanha. Enquanto fuma, lê notícias do dia, impressas em caracteres inventados pelos antigos semitas, em material inventado na China e por um processo inventado na Alemanha. 

Ao inteirar-se das narrativas dos problemas estrangeiros, se for bom cidadão conservador, agradecerá a uma divindade hebraica, numa língua indo-européia, o fato de ser cem por cento americano.”
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ª LINTON, Ralph. O homem: Uma int rodução à ant ropologia. 3ed. , São Paulo, Li vrar ia Mar t ins Editora, 1959. Ci tado em LARAIA, Roque de Bar ros. Cul tura: um concei to ant ropológico. 16ed. , Rio de Janei ro, Jorge Zahar Edi tor , 2003, p.106-108
Texto disponível em https://www.saogabriel.pucminas.br/csociais/textos/r/ralphlinton-ocidadaonorte-americano.pdf

 








 
 
 
 
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