Sociologia III – Prof. Arlindenor Pedro

 

 
 
 
 

 

Até onde o consumismo da sociedade moderna nos levará 

Vamos  desenvolver um Mapa Mental sobre as 

principais características da Sociedade da Mercadoria 

 

 

Debate em Aula 


 
 


 


 

A indústria do fumo  – um estudo de caso 


Como o cigarro se transformou num objeto de consumo ?

 

 

marketing foi a ferramenta principal para viciar o mundo no cigarro 

Vamos fazer uma nuvem de palavras para definir a 

sociedade de consumo ?

Clique Aqui 

Debate em Aula  

 

 
 
 
 
 
 

O conceito de Indústria  Cultural foi criado pelo 

alemão Theodor  Adorno  

Palavras Chave do Video.   

( vamos pesquisar   no Google ?) 

Clique Aqui 

 O que define de fato a Sociedade da Mercadoria 

Vamos fazer agora a revisão através de um quiz ?

 

 

Clique aqui 

 
 
 
 

O Sistema de Pontuação Social da China

 ( um estudo de caso ) 

 

 


Que Nota Social vocé daria ?

clique aqui

Vamos saber através  de uma Nuvem de Palavras  e 

de uma Enquete o que pensa a turma sobre esta questão

clique aqui  


 

Dois livros importantes sobre  

distopias modernas 


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 É hora de fazermos 

uma Revisão com um Quiz 

 

Clique Aqui  

 

 

Exibição do Filme : Em Queda Livre 


Através da técnica do fishbowl 

vamos  debater esta questão 

 

 

Debate sobre o filme A Onda 

Vamos fazer uma nuvem de palavras sobre o filme ?
 

 

 

Debate sobre o episódio 

 “Smoke Gets In Your Eyes”. Mad Men  

 Netflx 

 

Apresentação dos Trabalhos em Equipe 

Cada GT deve apresentar a teatralização 
( esquete ) sobre o tema : Industria Cultural 
 
 
Provas Bimestral 
 

 

 
 
 

 
 
 
 
 
 
A Sociedade da Mercadoria 
 
 
 
 
 

Saiba Mais sobre o video 

A História das coisas 
 
 
 
 

 

 
 
 
O festival dos festivais 
 
Woodstock 1969
 
 
O Movimento Hippie 
 

 
 
 

 
 

 
 
 

 Joe Cocker ( 1944/ 2014 ) 
 
 
 
 

Após  assistirmos  aos vídeos vamos fazer uma nuvem de palavras 

com pelo menos três palavras que apontem soluções 

para a superação deste tipo de sociedade ( a sociedade da mercadoria )

 que o capitalismo criou .

 

Y.jpgClique Aqui 

 
 
Escreva um texto inédito sobre os legados da 

Cultura Hippie para  nossa sociedade 
 
 
 

Debate em Aula 
 

 Analisando o filme 

Capitão Fantástico 

Netflix 

 


 

 

Debatendo a série Chernobyl

 
 Cêssio 137 em Goiania 
 O nosso Chernobyl 
 
 
 
Debate em Aula  
 
 
 
 
 
 
 

 Um pouco mais sobre Max Weber 

 
Vamos fazer um Quiz sobre os 
conceitos weberianos ?
 

 
 
 
 Debate em Aula 
 
 
 
 
 
 

 

A formaçào dos Estados Nacionais Modernos  
 
 
 
Através do App Geacron vamos observar a 
evolução dos Estados Nacionais 
 
 
Debate em Aula 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A evolução do território brasileiro 
 
 
 
 
 Saiba Mais 
 
 
As Constituições do Brasil 
 
A organização política do Estado Brasileiro 
 
Debate em Aula 
 
 
 
 
 
 
 
 
 O que é Pacto Federativo ?
 
 
Debate em Aula 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
Apresentação de Trabalhos 
 
 Cada GT deve apresentar a teatralização 
( esquete ) sobre o que é o Estado ?  
 
 
 
 
 
Prova Bimestral 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O que é ser de direita ?
O que é ser de esquerda ?
 
 
E você ? Qual sua posição política ?
 
 
 
Debate em Aula 
 
 
 
 
 

 
 

 Um Mundo Bipolar
 
 
 

 
 
 

 

 
 
 

Debatendo o filme O Dia Seguinte 
 
 
 
  
Debatendo o filme O Dia Seguinte 
 
 
 
 
 
 Até o ano de 1961, os cidadãos berlinenses podiam passar livremente de um lado para o outro da cidade. 

Porém, com o acirramento da Guerra Fria e com a grande migração de berlinenses do lado oriental para o ocidental, em agosto de 1961 o governo da Alemanha Oriental resolveu construir um muro dividindo os dois setores.

Decretou também leis proibindo a passagem das pessoas para o setor ocidental da cidade.


Soldados trabalham na construção do muro

O muro não respeitou casas, prédios ou ruas. Policiais e soldados da Alemanha Oriental impediam e até mesmo matavam quem tentasse ultrapassar o muro. Muitas famílias foram separadas da noite para o dia. O muro possuía cercas elétricas com alarme, 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda e valas para dificultar a passagem. Havia cerca de 300 torres de vigilância com soldados preparados para atirar.


Detalhes do muro 

Símbolo maior da Guerra Fria, o Muro de Berlim dividiu por 28 anos a Alemanha em dois blocos: a República Democrática da Alemanha – que seguia o regime socialista liderado pela União Soviética – e a República Federal da Alemanha – conduzida sob o regime capitalista.


Divisão dos blocos

No dia 9 de novembro de 1989, depois de terem ouvido pelo rádio um comunicado das autoridades comunistas sobre a possibilidade dos cidadãos da Alemanha Oriental, a RDA, terem, naquele momento mesmo, o direito de poderem viajar para o Ocidente, uma massa de gente começou a se amontoar em frente às cancelas que davam passagem pelo muro. Assim, espontaneamente, deram os primeiros passos para pôr fim à existência daquele paredão que separava os alemães em dois corpos distintos, numa hostilidade que apartava a humanidade inteira em duas facções inimigas.


Alemães orientais fazem fila para cruzar o muro, após a queda

Após a queda, as autoridades optaram por deixar de pé uma parte simbólica do muro. Trata-se de uma extensão de 1.300 metros, na qual diversos artistas internacionais pintaram, em 1990, a sua interpretação acerca do “Muro da Vergonha”. Assim, o muro de Berlim tornou-se uma imensa galeria a céu aberto, na qual é possível apreciar a arte sobre o concreto.

Veja o Video 
 
Debate em Aula 
 
 
 
 
Debate sobre o filme Adeus !enin  
 
 
 
 
 Um Mundo Unipolar 
 
A hegemonia dos EUA 
 
 

 
 
 

 
Debate em Aula 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fim da Hegemonia Americana 
 
 

 
 
 

 
O que é Globalização ?
 
 
 
 

 
 
 

 

 
 
 

 

 
 
 

 

Debate em Aula  
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 

 

Brasil Mostra a Tua Cara 
 

 
 
 

 
 
 
Debate em Aula
 
 
 
 
 
 
Apresentação de Trabalhos  
 
Cada GT deve apresentar a teatralização 
( esquete ) sobre o tema :Globalização 
 
 
 
 
Prova Bimestral 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Debatendo as origens da violência
 
 Artigo: 
A origem da violência
Nelson Paes Leme- publicado no O Globo 
 
A origem da violência da humanidade, segundo Darwin, está no próprio processo de seleção natural das espécies visando à  sobrevivência pelos mais aptos a combater as adversidades e as intempéries. Pode ser que a própria sofisticação da ratio do sapiens esteja ligada a esse princípio evolutivo. Portanto, achar que é uma distorção do comportamento humano é um equívoco evolucionista. Já os criacionistas pugnam pelo predomínio da generosidade e da paz dos pacifistas (e do movimento hippie do inconsciente coletivo junguiano), na medida em que o ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus. E sua bondade, humildade e temperança estão expressas nas próprias atitudes de Jesus Cristo, Seu filho unigênito, assim como a pregação de amor ao próximo. Eros, o deus grego da vida e Thanatos, o deus da morte, são a comprovação intrínseca do Yang e do Yin chinês ancestral, mostrando a origem das contradições dialéticas na alma humana, “um abismo” no dizer poético de Fernando Pessoa.
 
 
Essas reflexões preambulares se fazem especialmente oportunas diante da onda de massacres brutais de inocentes, justo quando se registrava um ano do inaceitável assassinato da vereadora carioca Marielle Franco ea prisão de seus frios matadores apreendidos com arsenais inusitados. É assustadora a escalada da violência mundo afora e especialmente no Brasil quando o presidente da República, num de seus primeiros atos, passa a revogar explicitamente o Estatuto do Desarmamento e fez de dois revólveres com os dedos, o gesto símbolo de sua campanha, ele mesmo vítima de um esfaqueamento. 
 
Nem uma sílaba da mídia sequer sobre o comércio de armas e o complexo industrial militar internacional crescente, onde a economia global movimenta quase dois trilhões de dólares por ano. Que fariam esses radicais supremacistas brancos e extremistas muçulmanos apenas com suas  cimitarras e machadinhas? Chega a ser ridícula a prioridade da mídia às consequências sem sequer tangenciar as verdadeiras origens da violência crescente em todo o planeta. Não se lê uma linha nos jornais ou uma imagem na televisão. Uma autocensura inadmissível e inexplicável. Chega a ser patético esse silêncio da mídia sobre as reais causas desse morticínio generalizado crescente. Certamente que discursos de intolerância fundamentalista seriam bem menos devastadores se os meios de comunicação tentassem colocar, pelo menos, algum tipo de freio nessa indústria da morte, escancarando sua origem real. Raramente se ouve ou se assiste alguma reportagem ou comentário jornalístico sobre o tema.
 
Já em meados do século passado, o escritor Fred J. Cook assustou o mundo com seu best seller “O Estado militarista”, denunciando os bilhões de dólares do Orçamento americano, menos da metade do que é hoje. Cook, na verdade, foi o virtual inventor do termo “complexo industrial militar”. Não por acaso, surge na mesma década o fenômeno Marshall McLuhan aprofundando e adaptando a repetibilizaçāo pavloviana tāo bem utilizada pelo gênio diabólico de Joseph Goebbels, gerador da desgraça do Holocausto na Segunda Grande Guerra. Os números da produção bélica e o silêncio da mídia e dos especialistas em violência são quase inacreditáveis para quem os analisar isenta e friamente. O orçamento aprovado para a defesa nos EUA para 2014 era de US$ 552,1 bilhões. Além disso, US$ 80,7 bilhões seriam desembolsados para apoiar as tropas americanas no exterior. Por outro lado, dados da própria Otan demonstram que seus gastos militares totais dobraram em apenas duas décadas, passando de US$ 504 bilhões, em 1990, para US$ 1,08 trilhões, em 2010. Esses números hoje atualizados vão bater na astronômica cifra de US$ 1.756 trilhões, enquanto todo o PIB do Brasil registrava praticamente a mesma cifra, US$ 1,8 trilhões. Ou seja: os gastos mundiais com a indústria bélica representam exatamente tudo o que se produz em nosso país, a sétima economia do mundo e ninguém fala no assunto!
 
Os filmes, joguinhos da internet e a própria índole criminosa patológica de atiradores, lobos solitários ou não, a serviço de causas fundamentalistas são abomináveis, claro. Até as guerras e a assustadora e crescente violência urbana com seus feminicídios e outras patologias sociais hediondas. Mas são a pontinha de um gigantesco iceberg da descontrolada produção bélica mundo afora, capitaneada pelo complexo industrial militar americano. Por que será que essa estranha conjunção de interesses do hodierno capitalismo globalizado e multifacetado, onde acionistas de empresas de outros bens e serviços se misturam a acionistas – muitas vezes vítimas inocentes e autores – da tanática indústria bélica, não surge na mídia com a devida preponderância? Fica a pergunta no ar…
 
 
 
  Nelson Paes Leme  é cientista político
 
 
 
Debate em Aula 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Apresentação de Trabalhos 
 
Cada GT deve apresentar a teatralização 
( esquete ) sobre o tema 
 
 
 
 
 
 
Prova Bimestral  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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